SAMBA PARA QUEM GOSTA DE SAMBA.
Que me perdoem os intelectuais amigos que entendem ser o funk uma manifestação legítima do que eles chamam de classes ou segmentos menos favorecidos.
Respeito e concordo parcialmente com os mesmos neste sentido e não tenho nenhum tipo de preconceito.Acho lícito no entanto, indagar aos mesmos, já que levantam a bandeira dos menos favorecidos,com que frequência ouvem os referidos funks, ou melhor dizendo, será que em seus downloads musicais teríamos um número expressivo de funks? Temo que a resposta seja negativa...
Acho lícito ainda indagar: Por que não se verifica nestas classes menos favorecidas o surgimento de um novo Cartola, de um novo Candeia? Que o funk ou o pagode romântico são manifestações legítimas de determinado segmento, disso não tenho dúvida.Tenho milhões de dúvidas relacionadas ao que chamaria de tipificação destes segmentos. Fico ainda incomodado com a falta de conhecimento de causa de alguns intelectuais que levantam bandeiras populares sem ter consciência do que estão fazendo.